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sexta-feira, 5 de novembro de 2010
sábado, 23 de outubro de 2010
Uneb: Encontro discute ações para minimizar os impactos ambientais
Alexandre Levi
Núcleo de Jornalismo
Assessoria de Comunicação
Qual deve ser a participação das comunidades nas dinâmicas socioambientais contemporâneas?
Para discutir questões como essa, o Núcleo de Estudos do Meio Ambiente (Numa), vinculado à Pró-Reitoria de Extensão (Proex) da UNEB, irá promover nos dias 25 e 26 de outubro o II Encontro Ambiental da universidade.
O evento, que será realizado no Teatro UNEB, Campus I, em Salvador, está realizando inscrições, gratuitamente, na secretaria do curso de Pedagogia.
De acordo a coordenadora do Numa, Darluce Oliveira, o evento busca refletir sobre ações que minimizem os impactos ambientais planetários.
“O processo de educar para a sustentabilidade é bastante complexo e deve ser plural e participativo. Por isso, o encontro será uma oportunidade de reunir professores, diretores, coordenadores, funcionários, alunos e a sociedade a fim de repensarmos nossas atitudes para com o ambiente em que vivemos”, salienta Darluce.
Arte em papel e como fazer jóias com garrafas pet são algumas das oficinas previstas na programação, que conta ainda com mesas-redondas e palestras.
“O Numa é um importante núcleo da Proex. Sempre imbuído nas causas ambientais. Vamos apoiar sempre iniciativas que busquem o bem coletivo”, frisa Adriana.
A pró-reitora sinaliza que serão disponibilizadas, no campus, lixeiras para coleta seletiva, canecas − para diminuir o consumo dos copos plásticos − e ainda haverá ampla divulgação de material informativo a respeito das práticas ecologicamente corretas.
Informações: Numa/Proex – tel. (71) 3371-0107 (ramal 231).
http://www.uneb.br/2010/10/22/encontro-discute-acoes-que-minimizem-os-impactos-ambientais/
Núcleo de Jornalismo
Assessoria de Comunicação
Qual deve ser a participação das comunidades nas dinâmicas socioambientais contemporâneas?
Para discutir questões como essa, o Núcleo de Estudos do Meio Ambiente (Numa), vinculado à Pró-Reitoria de Extensão (Proex) da UNEB, irá promover nos dias 25 e 26 de outubro o II Encontro Ambiental da universidade.
O evento, que será realizado no Teatro UNEB, Campus I, em Salvador, está realizando inscrições, gratuitamente, na secretaria do curso de Pedagogia.
De acordo a coordenadora do Numa, Darluce Oliveira, o evento busca refletir sobre ações que minimizem os impactos ambientais planetários.
“O processo de educar para a sustentabilidade é bastante complexo e deve ser plural e participativo. Por isso, o encontro será uma oportunidade de reunir professores, diretores, coordenadores, funcionários, alunos e a sociedade a fim de repensarmos nossas atitudes para com o ambiente em que vivemos”, salienta Darluce.
Arte em papel e como fazer jóias com garrafas pet são algumas das oficinas previstas na programação, que conta ainda com mesas-redondas e palestras.
“O Numa é um importante núcleo da Proex. Sempre imbuído nas causas ambientais. Vamos apoiar sempre iniciativas que busquem o bem coletivo”, frisa Adriana.
A pró-reitora sinaliza que serão disponibilizadas, no campus, lixeiras para coleta seletiva, canecas − para diminuir o consumo dos copos plásticos − e ainda haverá ampla divulgação de material informativo a respeito das práticas ecologicamente corretas.
Informações: Numa/Proex – tel. (71) 3371-0107 (ramal 231).
http://www.uneb.br/2010/10/22/encontro-discute-acoes-que-minimizem-os-impactos-ambientais/
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segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Bancadas ambientalista e ruralista ganham reforços no Congresso
Danilo Macedo e Luana Lourenço, da Agência Brasil
Os impasses entre as bancadas ruralista e ambientalista no Congresso Nacional por mudanças nas legislação ambiental devem continuar na próxima legislatura. Além da reeleição de figuras conhecidas na briga recente em torno do Código Florestal – como os deputados Aldo Rebelo (PCdoB) e Ivan Valente (P-SOL) –, novos nomes devem atrair ainda mais holofotes para o debate.
A bancada ruralista conseguiu reeleger 147 dos 241 parlamentares que fazem parte oficialmente da Frente Parlamentar da Agropecuária e deve ganhar nomes emblemáticos. Entre os recém-eleitos estão o ex-governadores Blairo Maggi (PR), de Mato Grosso, Ivo Cassol (PP), de Rondônia, e Luiz Henrique da Silveira (PMDB), de Santa Catarina. Também devem se juntar à bancada a senadora Ana Amélia Lemos (PP-RS), e o deputado Irajá Abreu (DEM-TO), filho da presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu.
Apesar dos 60% de reeleição da bancada ruralista, nomes tradicionais do agronegócio foram reprovados pelas urnas, caso dos deputados Valdir Colatto (PMDB-SC) – vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária – e Anselmo de Jesus (PT-RO).
Na avaliação do coordenador de políticas públicas do Greenpeace, Nilo D'Ávila, apesar da reeleição, alguns ruralistas perderam votos pela defesa de mudanças no Código Florestal. “A bancada da motosserra também perdeu. O Aldo Rebelo em 2006 teve 179 mil votos e agora caiu para 132 mil. O Duarte Nogueira (PSDB-SP) também caiu, de 170 mil para 124 mil.”
O lado “verde” da força manterá no Congresso nomes como Sarney Filho (PV-MA), Ivan Valente (P-SOL-SP) e Dr. Rosinha (PT-PR), que têm defendido a integridade da legislação ambiental. A bancada deve ganhar reforços com a eleição para o Senado dos ex-governadores Eduardo Braga (PMDB), do Amazonas, e Jorge Viana (PT), do Acre.
D'Ávila acredita que os quase 20 milhões de votos da ex-senadora Marina Silva na disputa presidencial devem ampliar o debate sobre questões ambientais no país, inclusive no Legislativo. “A bancada verde vai chegar motivada pelo reconhecimento das urnas”.
http://www.atarde.com.br/politica/noticia.jsf?id=5633870
Os impasses entre as bancadas ruralista e ambientalista no Congresso Nacional por mudanças nas legislação ambiental devem continuar na próxima legislatura. Além da reeleição de figuras conhecidas na briga recente em torno do Código Florestal – como os deputados Aldo Rebelo (PCdoB) e Ivan Valente (P-SOL) –, novos nomes devem atrair ainda mais holofotes para o debate.
A bancada ruralista conseguiu reeleger 147 dos 241 parlamentares que fazem parte oficialmente da Frente Parlamentar da Agropecuária e deve ganhar nomes emblemáticos. Entre os recém-eleitos estão o ex-governadores Blairo Maggi (PR), de Mato Grosso, Ivo Cassol (PP), de Rondônia, e Luiz Henrique da Silveira (PMDB), de Santa Catarina. Também devem se juntar à bancada a senadora Ana Amélia Lemos (PP-RS), e o deputado Irajá Abreu (DEM-TO), filho da presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu.
Apesar dos 60% de reeleição da bancada ruralista, nomes tradicionais do agronegócio foram reprovados pelas urnas, caso dos deputados Valdir Colatto (PMDB-SC) – vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária – e Anselmo de Jesus (PT-RO).
Na avaliação do coordenador de políticas públicas do Greenpeace, Nilo D'Ávila, apesar da reeleição, alguns ruralistas perderam votos pela defesa de mudanças no Código Florestal. “A bancada da motosserra também perdeu. O Aldo Rebelo em 2006 teve 179 mil votos e agora caiu para 132 mil. O Duarte Nogueira (PSDB-SP) também caiu, de 170 mil para 124 mil.”
O lado “verde” da força manterá no Congresso nomes como Sarney Filho (PV-MA), Ivan Valente (P-SOL-SP) e Dr. Rosinha (PT-PR), que têm defendido a integridade da legislação ambiental. A bancada deve ganhar reforços com a eleição para o Senado dos ex-governadores Eduardo Braga (PMDB), do Amazonas, e Jorge Viana (PT), do Acre.
D'Ávila acredita que os quase 20 milhões de votos da ex-senadora Marina Silva na disputa presidencial devem ampliar o debate sobre questões ambientais no país, inclusive no Legislativo. “A bancada verde vai chegar motivada pelo reconhecimento das urnas”.
http://www.atarde.com.br/politica/noticia.jsf?id=5633870
domingo, 17 de maio de 2009
Congresso recebe vigília pelo meio ambiente
A ONG ‘Amazônia para sempre’ já conseguiu reunir mais de um milhão de assinaturas pedindo a preservação da Amazônia.
Começou nesta quarta no Congresso uma vigília pela preservação do meio ambiente no país. Artistas e ambientalistas foram ao Senado pedir o fim do desmatamento na Amazônia.
À frente da manifestação, a ONG ‘Amazônia para sempre’. A organização já conseguiu reunir mais de um milhão de assinaturas pedindo a preservação da Amazônia.
No Senado, os manifestantes também vieram fazer um alerta: para que não sejam aprovados projetos que reduzem a proteção ao meio ambiente no Brasil.
“O objetivo da vigília é criar um grande fórum de discussão que eu acredito que não tem acontecido ainda dentro desta casa com a participação de representantes do ONGs, sociedade civil, um milhão de assinaturas do manifesto ‘Amazônia para sempre’, parlamentares”, disse a atriz Cristiane Torloni.
Na Câmara, um projeto pretende alterar o código florestal. Ele permite a redução da área de floresta que deve ser preservada nas propriedades rurais na Amazônia e que hoje é de 80%.
Outro projeto autoriza o governo a passar para proprietários privados terras públicas de até 1,5 mil hectares, sem licitação.
No Senado, um projeto derruba vários artigos do Plano Nacional de Combate ao Desmatamento. Por exemplo, o artigo que proíbe novas autorizações para desmatamento nos municípios que mais devastam o meio ambiente.
Outra medida que está para ser votada no Senado facilita o licenciamento ambiental para pavimentação e duplicação de estradas federais.
“Nem os produtores rurais e nem ninguém no Brasil quer o desmatamento. O que nós queremos neste momento é apenas a regularização ambiental”, defendeu a senadora e autora de um dos projetos, Kátia Abreu (DEM-TO).
fonte: http://jornalnacional.globo.com/Telejornais/JN/0,,MUL1125353-10406,00-CONGRESSO+RECEBE+VIGILIA+PELO+MEIO+AMBIENTE.html
Começou nesta quarta no Congresso uma vigília pela preservação do meio ambiente no país. Artistas e ambientalistas foram ao Senado pedir o fim do desmatamento na Amazônia.
À frente da manifestação, a ONG ‘Amazônia para sempre’. A organização já conseguiu reunir mais de um milhão de assinaturas pedindo a preservação da Amazônia.
No Senado, os manifestantes também vieram fazer um alerta: para que não sejam aprovados projetos que reduzem a proteção ao meio ambiente no Brasil.
“O objetivo da vigília é criar um grande fórum de discussão que eu acredito que não tem acontecido ainda dentro desta casa com a participação de representantes do ONGs, sociedade civil, um milhão de assinaturas do manifesto ‘Amazônia para sempre’, parlamentares”, disse a atriz Cristiane Torloni.
Na Câmara, um projeto pretende alterar o código florestal. Ele permite a redução da área de floresta que deve ser preservada nas propriedades rurais na Amazônia e que hoje é de 80%.
Outro projeto autoriza o governo a passar para proprietários privados terras públicas de até 1,5 mil hectares, sem licitação.
No Senado, um projeto derruba vários artigos do Plano Nacional de Combate ao Desmatamento. Por exemplo, o artigo que proíbe novas autorizações para desmatamento nos municípios que mais devastam o meio ambiente.
Outra medida que está para ser votada no Senado facilita o licenciamento ambiental para pavimentação e duplicação de estradas federais.
“Nem os produtores rurais e nem ninguém no Brasil quer o desmatamento. O que nós queremos neste momento é apenas a regularização ambiental”, defendeu a senadora e autora de um dos projetos, Kátia Abreu (DEM-TO).
fonte: http://jornalnacional.globo.com/Telejornais/JN/0,,MUL1125353-10406,00-CONGRESSO+RECEBE+VIGILIA+PELO+MEIO+AMBIENTE.html
segunda-feira, 27 de abril de 2009
A nova era da energia limpa (trecho)

A melhor tecnologia que a espécie humana já inventou para combater o aquecimento global se chama crise econômica. É fácil entender por quê. Ao longo da história, há uma relação inequívoca entre a prosperidade e a quantidade de gás carbônico despejado na atmosfera. Crescimento econômico significa mais fábricas, mais emprego, mais gente indo de carro para o trabalho, mais consumo de energia, mais queima de petróleo e gás – e, do jeito como o mundo funciona, mais poluentes no ar.
Até hoje, nenhuma tecnologia verde foi capaz de reduzir tanto as emissões de gases causadores do efeito estufa quanto uma recessão. A queda na atividade econômica reduz o consumo de petróleo e carvão, a produção de soja, de gado e a derrubada das árvores que retiram o carbono do ar. Quando ocorre uma crise na indústria, então, o efeito é cristalino. De todos os países que assinaram o Protocolo de Kyoto, os que obtiveram maiores níveis de redução de suas emissões de gases foram aqueles cujo complexo industrial implodiu com o fim do comunismo: Ucrânia, Lituânia, Estônia, Letônia, Bulgária, Romênia, Hungria, Polônia, Eslováquia e República Tcheca. A Rússia só resolveu ratificar Kyoto em 2004, ao perceber que facilmente atingiria os índices estabelecidos no acordo até 2012, pois as reduções se baseavam em dados anteriores ao colapso da União Soviética.
A crise que a economia global atravessa hoje terá, portanto, um efeito colateral benéfico sobre as emissões de carbono. Fábricas já fecham suas portas na China, cuja energia está baseada no carvão, um dos maiores poluentes da Terra. Desempregados, os americanos deixam de se deslocar para o trabalho e gastam menos petróleo, outro símbolo de nossa economia suja. A queda no consumo brasileiro deixa de exercer pressão sobre nossos produtores de soja e gado para derrubar a Amazônia. Tudo isso resultará, sem a menor dúvida, em algum alívio para a atmosfera.
Mas ninguém pode defender racionalmente a redução da atividade econômica – em outras palavras, a pobreza – como uma política climática para o planeta (muito embora essa ideia, ou alguma variante dela, passe pela mente de certos ambientalistas). Os governantes e o setor privado de qualquer país sempre preferem a prosperidade. Compreensivelmente, eles querem gerar emprego, atrair investimentos e promover o crescimento. Em tempos de crise econômica, o setor mais cortejado pelas autoridades costuma ser aquele que simboliza nossa dependência dos combustíveis fósseis: os produtores de automóveis. Todo governo quer ver mais gente comprando carro.
Nos Estados Unidos, o presidente Barack Obama faz de tudo para tentar salvar a decrépita indústria de Detroit da bancarrota. No Brasil, o Ministério da Fazenda reduz impostos para estimular a venda de carros, e o Banco Central comemora a retomada nos índices automotivos como um sinal de que o país começa a reagir à crise global. Ora, se há mais gente andando de carro e consumindo gasolina, haverá mais carbono no ar. Eis, portanto, o paradoxo central que vive nosso planeta: ninguém quer recessão – e ninguém deseja a catástrofe ambiental. Será que precisamos escolher entre esses dois flagelos?
FONTE: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI69906-16270,00-A+NOVA+ERA+DA+ENERGIA+LIMPA+TRECHO.html
sábado, 18 de abril de 2009
Amazônia, a comunicação e o futuro compartilhado

Por Paulo Nassar, publicado no Terra Magazine
A ética e a responsabilidade social são compatíveis com a expansão dos negócios e o desenvolvimento da economia. É o que têm demonstrado, nos últimos anos, tanto o exemplo de empresas, que investem no desenvolvimento sustentável, cada vez em maior número, como também de produtos financeiros a exemplo dos chamados fundos sociais.
São sementes lançadas nos anos 1970, nos Estados Unidos, com duplo objetivo: em parte, a busca do natural atrativo dos investimentos e, em parte, a determinação de investir em setores considerados politicamente corretos. No Brasil, é um fenômeno recente, tendo seu marco histórico no início deste século, mas que ganha força. Prova disso, é a nascente aliança entre o capital industrial e o capital financeiro para abraçar projetos ecologicamente corretos.
É o que internacionalmente tem se chamado de economia social e solidária. Ela se encaixa à perfeição ao grande debate que hoje ganha corpo no país naquilo que se relaciona, por exemplo, ao desenvolvimento sustentável da Amazônia. Por quê? Esse tipo de postura ainda é quase uma gota de água no oceano, se analisado em âmbito mundial. Na Amazônia, essa gota de água é muito menor, mas não deixa de ser, em hipótese alguma, uma esperança de forte potencial transformador.
Social e solidário
Como desdobramento, Comunicação e o Jornalismo tornam-se de rara utilidade prática para construir um processo transformador. É o que se pode chamar de um tema de atualidade total. O jornalismo e comunicação são partes de uma mesma cadeia de vasos comunicantes: o jornalismo informa, a comunicação contribui para que a informação se transforme em consciência, em educação que transforma e faz evoluir a realidade.
O tema da relação do homem com a natureza é tão antigo quando a discussão da relação homem-homem. No centro, encontram-se o uso racional da ciência, o uso racional da técnica, a geração de riqueza e bem estar. Se olharmos para trás, a verdade é que a natureza sempre foi vista mais como inimiga do que como aliada.
O homem, além de administrá-la, buscou submetê-la e controlá-la. O próprio evangelho cristão não considerava animais e plantas como dignos do mesmo valor que se dá à vida humana. Os tempos eram outros. A vida do planeta não estava ameaçada. A relação homem-homem, fonte inspiradora de revoluções e continuados conflitos sociais, esta sim, era o motor da história. A realidade atual ampliou a perspectiva. As duas relações homem-natureza e homem-homem ocupam o centro das atenções. Motivos: a relação homem-natureza caminha para a predação, enquanto a relação homem-homem trilhou o rumo da crescente exclusão.
Nesse contexto, jornalismo-comunicação tornam-se os novos motores de uma nova história. São o epicentro de uma grande cruzada educadora que irá criar uma nova cultura industrial e das relações de produção. Uma nova cultura onde o ponto forte é a inclusão social, não mais a exclusão. Não serão, é bom que se ressalte, os jornalistas-comunicadores os construtores da história, mas os educadores, os novos apóstolos desses tempos de mudança que começa a escrever a história do futuro.
Cabe a eles aproximar instituições, privadas e pública, que abraçam a economia social e solidária. Cabe a eles realçar o que existe de positivo sendo feito e, assim, consolidar novos paradigmas. Sim, uma revolução pacífica, mas do tipo coperniana. O verdadeiro problema é a crise de um modelo produtivo e de consumo que se encontra fora do lugar.
Força unificadora
Especificamente na Amazônia, esta crise ganha os traços firmes de um modelo que se perdeu, ainda nos idos dos barões da borracha, no labirinto uma visão pré-coperniana do mundo. Ou seja, uma visão onde a Amazônia era um universo isolado, independente por sua própria natureza e vocação.
O desafio do comunicador é mostrar que a Amazônia e o Brasil são um só. Que o destino da Amazônia e do Brasil são indissociáveis. Além de um patrimônio efetivo, a Amazônia é o grande diferencial competitivo brasileiro pelo caráter vasto e imensurável das suas riquezas naturais. Feito o ajuste do modelo, o caminho estará aberto para um novo ciclo de desenvolvimento sustentado.
A economia social e solidária, combinada com uma política efetiva de fiscalização, fará recuar as atitudes predadoras. Fará com que todos os atores sociais passem a ver, consciente ou inconscientemente, a natureza como uma aliada nas complexas relações homem-natureza, homem-homem. E, por este caminho, é que se encontrará também o fio do labirinto para corrigir as desigualdades econômicas e regionais. Por que não há duvidas: o que distingue os temas atuais é a interdependência.
Somos todos interdependentes. A interdependência, o compartilhamento, é o autêntico construtor desse novo ciclo da história que hoje ganha traços firmes no horizonte. Creio, a imprensa e os comunicadores da Amazônia deveriam sair, na frente, dar o exemplo. Construir rede de diálogo não apenas no Brasil, mas também no exterior.
Como a comunicação é a força unificadora dos tempos modernos e a interdependência os fios que estão a tecê-la, os resultados positivos logo se farão sentir uma vez que a região é um terreno aberto, e apropriado, para o investimento social, o capitalismo social.
FONTE: http://www.forumamazoniasustentavel.org.br/artigo/?id=216
sexta-feira, 10 de abril de 2009
Conferências das Nações Unidas para o meio ambiente e o desenvolvimento social(CNUMAD).

A cada ano que passa a Responsabilidade Social vem aumentando gradativamente nas sociedades mundiais, e as Conferências Mundiais de Desenvolvimento Social (CMDS) tornaram-se um grande marco na história, que destacou o papel da igreja, através das Comunidades Eclesiais de Base e da Teologia da Libertação.
As empresas estão incorporando a responsabilidade corporativa, estabelecendo relações com seus diversos públicos, sendo prescrita pela moral, pois estão além das responsabilidades legais, tendo diferentes posturas.
As Conferências Mundiais de Desenvolvimento Social têm como foco o desenvolvimento social, e ao final de cada conferência é divulgado um relatório definindo os compromissos assumidos pelos países participantes, que tanto podem ser implementados em seu território como podem ajudar no desenvolvimento de projetos em outros países, já que para combater problemas complexos como exploração do trabalho infantil, desenvolvimento urbano, desemprego, saúde e meio ambiente, é necessário que haja cooperação global, pois todos os países têm problemas semelhantes e a união entre eles possibilita uma ação mais eficaz.
Sendo assim, é possível verificar que, as CMDS além de fazer um planejamento de combate à grandes problemas que afligem todo o planeta, também faz com que a sociedade mude seu comportamento e consciência, mesmo se tratando de países diferentes, com idiomas e culturas diferentes, pensem no bem estar social e não simplesmente no individual. Já que a realidade sócio-econômica e ambiental é semelhante, por que não uma realizar uma ação conjunta?
Priscila Souza e Nicole Barbosa
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Relações Públicas: ferramentas estratégicas para o meio ambiente

Por Antonio Carlos Lago *
O uso da linguagem para comunicar está presente em todas as atividades empresariais, governamentais e do terceiro setor, assim como nas demais atividades humanas. Entretanto, é nas organizações que as ferramentas de comunicação são utilizadas para facilitar e apoiar a gestão dos administradores. Os resultados das ações de suas atividades são estratégicos para a construção da imagem pública das instituições, criando ambientes de trabalho interno e externo favoráveis e ocupando espaços positivos no conceito da sociedade. Negligenciar a comunicação ou mesmo dirigir-se à sociedade de maneira incorreta pode inviabilizar o processo de trabalho das organizações e afetar o valor de suas marcas.
Para que as atividades de comunicação e meio ambiente possam ser exercidas como funções estratégicas nos negócios das instituições, é necessário que sejam reconhecidas pelos níveis de suas estruturas organizacionais, prioritariamente:
* Pela alta administração, responsável pela definição das estratégias voltadas para os interesses dos governos, acionistas, parceiros e da sociedade;
* Pelos especialistas, que oferecem seus serviços, negociam com os mercados e atendem os segmentos de públicos de interesse das empresas;
* Pelo nível funcional formado pelas coordenações e gerências de produtos e serviços das organizações, e
* Pelo nível institucional, que envolve principalmente os profissionais de comunicação encarregados de estabelecer o posicionamento público das organizações e suas políticas internas e externas.
Essa classificação é apenas para entendermos como as ações de comunicação e meio ambiente são valorizadas ou não nas estruturas organizacionais. O nível institucional, do ponto de vista de comunicação é o mais importante, pois lida não apenas com o esforço de desenvolver ações de legitimação da marca e da identidade corporativa, mas também com as situações de crises geradas a partir de ocorrências de desastres e acidentes ambientais.
Antonio Carlos Lago: Assessor de Relações Públicas do IBAMA, Jornalista e Coordenador do “Grupo de Amigos” da Associação Brasileira de Relações Públicas / DF
Fonte: http://www.revistaambientelegal.com.br/edicao02/novo_olhar1.htm
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O Profissional de Relações Públicas e o Meio Ambiente
Escrito por Lisiane Cristina dos Santos Moraes
Os profissionais de relações públicas, e de outras áreas da Comunicação Social, que prestam serviços na área ambiental, precisam conhecer melhor as políticas públicas para planejar e executar corretamente as estratégias de comunicação.
No dia 05 de junho comemora-se o Dia Internacional do Meio Ambiente, mas na verdade, este dia serve apenas como um momento de reflexão sobre os diversos papéis que constituem este complexo enredo que envolve o desenvolvimento e crescimento das empresas e preservação do meio ambiente, o chamado e debatido desenvolvimento sustentável.
No Brasil, o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) lançou uma publicação "Negócios com Inclusão social - guia prático para empresas", com o intuito de mostrar que o setor empresarial com visão de futuro começa a fazer a sua parte, procurando sair de um ciclo vicioso, no qual uma maioria de empresas compete por uma minoria de consumidores em potencial, ignorando o mercado latente.
Os consumidores, por outro lado, estão exigindo um maior comprometimento das organizações, demandando investimentos que tragam retorno à sociedade e ao meio ambiente. As organizações que estão investindo em ações sociais e em formas concretas de informar com transparência sobre suas atividades e preocupações com os recursos ambientais. Estão também, cada vez mais, conquistando clientes fiéis.
Os profissionais de relações públicas, e de outras áreas da Comunicação Social, que prestam serviços na área ambiental, precisam conhecer melhor as políticas públicas para planejar e executar corretamente as estratégias de comunicação. A comunicação ambiental é um elo na geração de empregos, negócios e melhoria da qualidade de vida das populações. É necessário estabelecer um modelo de parceria entre governo e o setor privado que atenda os interesses de todos com uma visão global, ética e de longo prazo.
Fonte:http://comunicacao.feevale.br/agecom/index.php/Midia-Impressa-e-Eletronica-para-Relacoes-Publicas/o-profissional-de-relas-pcas-e-o-meio-ambiente.html
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Relações Públicas e o Desenvolvimento Sustentável

Desenvolvimento Sustentável: Gro Harlem Brundtland eleita a 1ª Ministra da Noruega em 1986 e a 1ª mulher eleita naquele país. Atualmente diretora geral da Organização Mundial de Saúde (OMS). Foi quem elaborou os conceitos políticos adotados desde a ECO92 realizada no Rio de janeiro, bem como definiu os critérios de desenvolvimento sustentável, criando essa expressão e definição utilizada no mundo inteiro para falar de meio ambiente e interação consciente.
Desde que fui apresentada à complexa problemática do nosso ecossistema, são novidades diárias sobre o assunto: desmatamento, cataclismos naturais, efeito estufa, poluição, reciclagem, soluções surgidas a partir de problemas “familiar isso”.
Enfim um novo universo de dificuldades e possibilidades. Quando digo novo é porque estou olhando agora com uma nova perspectiva para um assunto conhecido.
Estive dia 21/11/2005 no lançamento do livro “Mundo Sustentável” de André Trigueiro, jornalista comprometido com essa causa.
Sai de lá bastante impressionada pela dimensão e urgência do assunto.
Como relações públicas não pude deixar de pensar no quanto podemos fazer pelo nosso planeta. Somos formadores de opinião, estamos atuando junto à alta direção das empresas e instituições como planejadores e administradores da comunicação. Podemos influenciar as decisões e ações dessas corporações de modo a permitir que sejam respeitados os cuidados mínimos com o meio onde vivemos.
Meio ambiente hoje é ou deveria ser uma causa de todos, cabe a nós profissionais da comunicação tornar essa condição intrínseca dentro de qualquer ação proposta ou executável.
É preciso informar para formar, criar condições para quebrar paradigmas, dar sustentação à nova mentalidade, educar sempre!
Só assim as pessoas perceberão, quão ligadas e expostas estão aos efeitos do uso irresponsável dos recursos naturais.
O planeta como ser vivo em constante evolução pede socorro! Não para um médico, mas para todos os profissionais especializados ou não, interagindo entre si nas diversas esferas públicas e privadas.
É preciso um levante em prol da vida e nós RPs podemos e devemos isso as sociedades, então aos colegas de profissão peço: Leiam sobre o assunto, compreendam a gravidade e urgência da situação e mãos a obra.
Milene Gonçalves – Reg. 3026
Conrerp 2ª região SP/PR
Fonte: http://www.sinprorp.org.br/clipping/Newsletterrpbrasil/002.htm
Medidas anticrise deixam fatores ambientais de lado, dizem especialistas

As medidas do governo brasileiro para tentar amortecer os impactos da crise financeira internacional na economia interna, ao contrário de países como Estados Unidos e Inglaterra, não consideram fatores ambientais na tomada de decisões e estão entre as “menos verdes” do planeta. De acordo com o diretor de políticas públicas da organização não-governamental Greenpeace, Sérgio Leitão, o governo está perdendo a oportunidade de fortalecer o desenvolvimento sustentável e estimular a chamada economia verde.
“As medidas anticrise estão sendo tomadas de forma totalmente desvinculada de critérios ambientais. O governo poderia fazer o 'casamento do ótimo com o bom' – ao mesmo tempo em que estimula o emprego também estimula uma economia moderna, do século 21, que é aquela com baixo consumo de eletricidade e gerando pouco dióxido de carbono,”, apontou.
O professor do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Brasília (UnB), Eduardo Viola, pondera que a maioria dos pacotes de socorro financeiro mundo afora tem elementos para “favorecer a transição para economias de baixo carbono”, o que não é o caso do Brasil.
Segundo Leitão, em países como Estados Unidos e Inglaterra a crise tem sido uma oportunidade para experiências como a exigência de carros menos poluentes para indústrias que receberam socorro financeiro e estímulo à criação de empregos verdes – adotadas pelo presidente norte-americano Barack Obama e pelo primeiro ministro inglês, Gordon Brown.
“Aqui no Brasil só se olha um lado da crise – o econômico – sem olhar o lado da oportunidade, de se resolver o problema do emprego e da economia do ponto de vista da geração de menos poluentes”, comparou.
Um dos maiores exemplos da ausência de contrapartida ambiental nas medidas de socorro à economia, segundo os especialistas, é o programa habitacional lançado no último dia 25, que prevê a construção de 1 milhão de casas, mas sem referências à utilização de tecnologias verdes nos projetos.
“O governo poderia ter feito uma série de exigências de que as casas que serão construídas tivessem coletores de luz solar, que ela é muito mais econômica do ponto de vista da eletricidade. Se o governo desse uma contribuição do ponto de vista da produção massiva, o custo (dessa tecnologia) iria cair de forma significativa”, avaliou Leitão.
O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, chegou a anunciar a inclusão do sistema de aquecimento solar de água para as casas do pacote habitacional. No entanto, a informação não foi confirmada pela Caixa Econômica Federal. De acordo com a assessoria do Ministério do Meio Ambiente, o aval para o projeto ainda depende da área econômica do governo. Procurada pela reportagem, a Caixa informou apenas que os detalhes da participação do banco na execução e financiamento dos projetos serão anunciados esta semana, mas não confirmou a inclusão de subsídios para instalação de placas de energia solar.
Fonte: http://noticias.ambientebrasil.com.br/noticia/?id=44865
Responsabilidade Socioambiental/ Estudo de caso do Instituto Mamíferos Aquáticos

Eu,Priscila Souza e Marcos da Cruz,formados pela Universidade Salvador(UNIFACS) e orientados pela doutora Clarissa Braga em 2008, fizemos nosso trabalho de conclusão de curso e com a colaboração de Carina Villas-Bôas o tema: Relações Públicas e Responsabilidade socioambiental/Estudo de caso do Instituto Mamíferos Aquáticos,cuja a proposta foi mostrar que existe um campo pouco explorado pelo profissional de Relações Públicas no contexto das organizações não-governamentais.Neste contexto, esse profissional pode atuar através de uma política de comunicação que amplie as ações da organização não- governamental-ONG e o espectro do público que se pretende atingir.
É neste cenário que propomos o nosso produto final (três esquetes sobre animais aquáticos e um blog), para mostrar as potencialidades do trabalho de Relações Públicas em uma organização não-governamental, que desenvolve ações na área sócio-ambiental.
Dessa forma, torna-se possível estabelecer uma comunicação efetiva, dirigida e segmentada com os diversos públicos. Como conseqüência, o trabalho permite visualizar a contribuição do profissional de Relações Públicas no estabelecimento de parcerias e nas mediações com os diferentes públicos, exercendo um papel fundamental para que as ações sejam conduzidas por um planejamento adequado e coerente.
O nosso projeto foi um grande aprendizado ao longo de 2008, pois vimos na prática o quanto o profissional de Relações Públicas deve saber ouvir, conseguir parceiros e entender as demandas na área de comunicação e, através do conhecimento, buscar estratégias para as necessidades da ONG.
Essa iniciativa de atender a demanda no IMA, fez com que ganhássemos confiança e credibilidade para a realização um planejamento de comunicação após o trabalho de conclusão de curso.
A Sede do Instituto Mamíferos Aquáticos: Avenida Pinto de Aguiar, Rua dos Radio Amadores, Nº 73, Pituaçu, Salvador.
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