Alexandre Levi
Núcleo de Jornalismo
Assessoria de Comunicação
Qual deve ser a participação das comunidades nas dinâmicas socioambientais contemporâneas?
Para discutir questões como essa, o Núcleo de Estudos do Meio Ambiente (Numa), vinculado à Pró-Reitoria de Extensão (Proex) da UNEB, irá promover nos dias 25 e 26 de outubro o II Encontro Ambiental da universidade.
O evento, que será realizado no Teatro UNEB, Campus I, em Salvador, está realizando inscrições, gratuitamente, na secretaria do curso de Pedagogia.
De acordo a coordenadora do Numa, Darluce Oliveira, o evento busca refletir sobre ações que minimizem os impactos ambientais planetários.
“O processo de educar para a sustentabilidade é bastante complexo e deve ser plural e participativo. Por isso, o encontro será uma oportunidade de reunir professores, diretores, coordenadores, funcionários, alunos e a sociedade a fim de repensarmos nossas atitudes para com o ambiente em que vivemos”, salienta Darluce.
Arte em papel e como fazer jóias com garrafas pet são algumas das oficinas previstas na programação, que conta ainda com mesas-redondas e palestras.
“O Numa é um importante núcleo da Proex. Sempre imbuído nas causas ambientais. Vamos apoiar sempre iniciativas que busquem o bem coletivo”, frisa Adriana.
A pró-reitora sinaliza que serão disponibilizadas, no campus, lixeiras para coleta seletiva, canecas − para diminuir o consumo dos copos plásticos − e ainda haverá ampla divulgação de material informativo a respeito das práticas ecologicamente corretas.
Informações: Numa/Proex – tel. (71) 3371-0107 (ramal 231).
http://www.uneb.br/2010/10/22/encontro-discute-acoes-que-minimizem-os-impactos-ambientais/
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sábado, 23 de outubro de 2010
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Bancadas ambientalista e ruralista ganham reforços no Congresso
Danilo Macedo e Luana Lourenço, da Agência Brasil
Os impasses entre as bancadas ruralista e ambientalista no Congresso Nacional por mudanças nas legislação ambiental devem continuar na próxima legislatura. Além da reeleição de figuras conhecidas na briga recente em torno do Código Florestal – como os deputados Aldo Rebelo (PCdoB) e Ivan Valente (P-SOL) –, novos nomes devem atrair ainda mais holofotes para o debate.
A bancada ruralista conseguiu reeleger 147 dos 241 parlamentares que fazem parte oficialmente da Frente Parlamentar da Agropecuária e deve ganhar nomes emblemáticos. Entre os recém-eleitos estão o ex-governadores Blairo Maggi (PR), de Mato Grosso, Ivo Cassol (PP), de Rondônia, e Luiz Henrique da Silveira (PMDB), de Santa Catarina. Também devem se juntar à bancada a senadora Ana Amélia Lemos (PP-RS), e o deputado Irajá Abreu (DEM-TO), filho da presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu.
Apesar dos 60% de reeleição da bancada ruralista, nomes tradicionais do agronegócio foram reprovados pelas urnas, caso dos deputados Valdir Colatto (PMDB-SC) – vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária – e Anselmo de Jesus (PT-RO).
Na avaliação do coordenador de políticas públicas do Greenpeace, Nilo D'Ávila, apesar da reeleição, alguns ruralistas perderam votos pela defesa de mudanças no Código Florestal. “A bancada da motosserra também perdeu. O Aldo Rebelo em 2006 teve 179 mil votos e agora caiu para 132 mil. O Duarte Nogueira (PSDB-SP) também caiu, de 170 mil para 124 mil.”
O lado “verde” da força manterá no Congresso nomes como Sarney Filho (PV-MA), Ivan Valente (P-SOL-SP) e Dr. Rosinha (PT-PR), que têm defendido a integridade da legislação ambiental. A bancada deve ganhar reforços com a eleição para o Senado dos ex-governadores Eduardo Braga (PMDB), do Amazonas, e Jorge Viana (PT), do Acre.
D'Ávila acredita que os quase 20 milhões de votos da ex-senadora Marina Silva na disputa presidencial devem ampliar o debate sobre questões ambientais no país, inclusive no Legislativo. “A bancada verde vai chegar motivada pelo reconhecimento das urnas”.
http://www.atarde.com.br/politica/noticia.jsf?id=5633870
Os impasses entre as bancadas ruralista e ambientalista no Congresso Nacional por mudanças nas legislação ambiental devem continuar na próxima legislatura. Além da reeleição de figuras conhecidas na briga recente em torno do Código Florestal – como os deputados Aldo Rebelo (PCdoB) e Ivan Valente (P-SOL) –, novos nomes devem atrair ainda mais holofotes para o debate.
A bancada ruralista conseguiu reeleger 147 dos 241 parlamentares que fazem parte oficialmente da Frente Parlamentar da Agropecuária e deve ganhar nomes emblemáticos. Entre os recém-eleitos estão o ex-governadores Blairo Maggi (PR), de Mato Grosso, Ivo Cassol (PP), de Rondônia, e Luiz Henrique da Silveira (PMDB), de Santa Catarina. Também devem se juntar à bancada a senadora Ana Amélia Lemos (PP-RS), e o deputado Irajá Abreu (DEM-TO), filho da presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu.
Apesar dos 60% de reeleição da bancada ruralista, nomes tradicionais do agronegócio foram reprovados pelas urnas, caso dos deputados Valdir Colatto (PMDB-SC) – vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária – e Anselmo de Jesus (PT-RO).
Na avaliação do coordenador de políticas públicas do Greenpeace, Nilo D'Ávila, apesar da reeleição, alguns ruralistas perderam votos pela defesa de mudanças no Código Florestal. “A bancada da motosserra também perdeu. O Aldo Rebelo em 2006 teve 179 mil votos e agora caiu para 132 mil. O Duarte Nogueira (PSDB-SP) também caiu, de 170 mil para 124 mil.”
O lado “verde” da força manterá no Congresso nomes como Sarney Filho (PV-MA), Ivan Valente (P-SOL-SP) e Dr. Rosinha (PT-PR), que têm defendido a integridade da legislação ambiental. A bancada deve ganhar reforços com a eleição para o Senado dos ex-governadores Eduardo Braga (PMDB), do Amazonas, e Jorge Viana (PT), do Acre.
D'Ávila acredita que os quase 20 milhões de votos da ex-senadora Marina Silva na disputa presidencial devem ampliar o debate sobre questões ambientais no país, inclusive no Legislativo. “A bancada verde vai chegar motivada pelo reconhecimento das urnas”.
http://www.atarde.com.br/politica/noticia.jsf?id=5633870
sábado, 18 de abril de 2009
Amazônia, a comunicação e o futuro compartilhado

Por Paulo Nassar, publicado no Terra Magazine
A ética e a responsabilidade social são compatíveis com a expansão dos negócios e o desenvolvimento da economia. É o que têm demonstrado, nos últimos anos, tanto o exemplo de empresas, que investem no desenvolvimento sustentável, cada vez em maior número, como também de produtos financeiros a exemplo dos chamados fundos sociais.
São sementes lançadas nos anos 1970, nos Estados Unidos, com duplo objetivo: em parte, a busca do natural atrativo dos investimentos e, em parte, a determinação de investir em setores considerados politicamente corretos. No Brasil, é um fenômeno recente, tendo seu marco histórico no início deste século, mas que ganha força. Prova disso, é a nascente aliança entre o capital industrial e o capital financeiro para abraçar projetos ecologicamente corretos.
É o que internacionalmente tem se chamado de economia social e solidária. Ela se encaixa à perfeição ao grande debate que hoje ganha corpo no país naquilo que se relaciona, por exemplo, ao desenvolvimento sustentável da Amazônia. Por quê? Esse tipo de postura ainda é quase uma gota de água no oceano, se analisado em âmbito mundial. Na Amazônia, essa gota de água é muito menor, mas não deixa de ser, em hipótese alguma, uma esperança de forte potencial transformador.
Social e solidário
Como desdobramento, Comunicação e o Jornalismo tornam-se de rara utilidade prática para construir um processo transformador. É o que se pode chamar de um tema de atualidade total. O jornalismo e comunicação são partes de uma mesma cadeia de vasos comunicantes: o jornalismo informa, a comunicação contribui para que a informação se transforme em consciência, em educação que transforma e faz evoluir a realidade.
O tema da relação do homem com a natureza é tão antigo quando a discussão da relação homem-homem. No centro, encontram-se o uso racional da ciência, o uso racional da técnica, a geração de riqueza e bem estar. Se olharmos para trás, a verdade é que a natureza sempre foi vista mais como inimiga do que como aliada.
O homem, além de administrá-la, buscou submetê-la e controlá-la. O próprio evangelho cristão não considerava animais e plantas como dignos do mesmo valor que se dá à vida humana. Os tempos eram outros. A vida do planeta não estava ameaçada. A relação homem-homem, fonte inspiradora de revoluções e continuados conflitos sociais, esta sim, era o motor da história. A realidade atual ampliou a perspectiva. As duas relações homem-natureza e homem-homem ocupam o centro das atenções. Motivos: a relação homem-natureza caminha para a predação, enquanto a relação homem-homem trilhou o rumo da crescente exclusão.
Nesse contexto, jornalismo-comunicação tornam-se os novos motores de uma nova história. São o epicentro de uma grande cruzada educadora que irá criar uma nova cultura industrial e das relações de produção. Uma nova cultura onde o ponto forte é a inclusão social, não mais a exclusão. Não serão, é bom que se ressalte, os jornalistas-comunicadores os construtores da história, mas os educadores, os novos apóstolos desses tempos de mudança que começa a escrever a história do futuro.
Cabe a eles aproximar instituições, privadas e pública, que abraçam a economia social e solidária. Cabe a eles realçar o que existe de positivo sendo feito e, assim, consolidar novos paradigmas. Sim, uma revolução pacífica, mas do tipo coperniana. O verdadeiro problema é a crise de um modelo produtivo e de consumo que se encontra fora do lugar.
Força unificadora
Especificamente na Amazônia, esta crise ganha os traços firmes de um modelo que se perdeu, ainda nos idos dos barões da borracha, no labirinto uma visão pré-coperniana do mundo. Ou seja, uma visão onde a Amazônia era um universo isolado, independente por sua própria natureza e vocação.
O desafio do comunicador é mostrar que a Amazônia e o Brasil são um só. Que o destino da Amazônia e do Brasil são indissociáveis. Além de um patrimônio efetivo, a Amazônia é o grande diferencial competitivo brasileiro pelo caráter vasto e imensurável das suas riquezas naturais. Feito o ajuste do modelo, o caminho estará aberto para um novo ciclo de desenvolvimento sustentado.
A economia social e solidária, combinada com uma política efetiva de fiscalização, fará recuar as atitudes predadoras. Fará com que todos os atores sociais passem a ver, consciente ou inconscientemente, a natureza como uma aliada nas complexas relações homem-natureza, homem-homem. E, por este caminho, é que se encontrará também o fio do labirinto para corrigir as desigualdades econômicas e regionais. Por que não há duvidas: o que distingue os temas atuais é a interdependência.
Somos todos interdependentes. A interdependência, o compartilhamento, é o autêntico construtor desse novo ciclo da história que hoje ganha traços firmes no horizonte. Creio, a imprensa e os comunicadores da Amazônia deveriam sair, na frente, dar o exemplo. Construir rede de diálogo não apenas no Brasil, mas também no exterior.
Como a comunicação é a força unificadora dos tempos modernos e a interdependência os fios que estão a tecê-la, os resultados positivos logo se farão sentir uma vez que a região é um terreno aberto, e apropriado, para o investimento social, o capitalismo social.
FONTE: http://www.forumamazoniasustentavel.org.br/artigo/?id=216
sexta-feira, 10 de abril de 2009
Relações Públicas: ferramentas estratégicas para o meio ambiente

Por Antonio Carlos Lago *
O uso da linguagem para comunicar está presente em todas as atividades empresariais, governamentais e do terceiro setor, assim como nas demais atividades humanas. Entretanto, é nas organizações que as ferramentas de comunicação são utilizadas para facilitar e apoiar a gestão dos administradores. Os resultados das ações de suas atividades são estratégicos para a construção da imagem pública das instituições, criando ambientes de trabalho interno e externo favoráveis e ocupando espaços positivos no conceito da sociedade. Negligenciar a comunicação ou mesmo dirigir-se à sociedade de maneira incorreta pode inviabilizar o processo de trabalho das organizações e afetar o valor de suas marcas.
Para que as atividades de comunicação e meio ambiente possam ser exercidas como funções estratégicas nos negócios das instituições, é necessário que sejam reconhecidas pelos níveis de suas estruturas organizacionais, prioritariamente:
* Pela alta administração, responsável pela definição das estratégias voltadas para os interesses dos governos, acionistas, parceiros e da sociedade;
* Pelos especialistas, que oferecem seus serviços, negociam com os mercados e atendem os segmentos de públicos de interesse das empresas;
* Pelo nível funcional formado pelas coordenações e gerências de produtos e serviços das organizações, e
* Pelo nível institucional, que envolve principalmente os profissionais de comunicação encarregados de estabelecer o posicionamento público das organizações e suas políticas internas e externas.
Essa classificação é apenas para entendermos como as ações de comunicação e meio ambiente são valorizadas ou não nas estruturas organizacionais. O nível institucional, do ponto de vista de comunicação é o mais importante, pois lida não apenas com o esforço de desenvolver ações de legitimação da marca e da identidade corporativa, mas também com as situações de crises geradas a partir de ocorrências de desastres e acidentes ambientais.
Antonio Carlos Lago: Assessor de Relações Públicas do IBAMA, Jornalista e Coordenador do “Grupo de Amigos” da Associação Brasileira de Relações Públicas / DF
Fonte: http://www.revistaambientelegal.com.br/edicao02/novo_olhar1.htm
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O Profissional de Relações Públicas e o Meio Ambiente
Escrito por Lisiane Cristina dos Santos Moraes
Os profissionais de relações públicas, e de outras áreas da Comunicação Social, que prestam serviços na área ambiental, precisam conhecer melhor as políticas públicas para planejar e executar corretamente as estratégias de comunicação.
No dia 05 de junho comemora-se o Dia Internacional do Meio Ambiente, mas na verdade, este dia serve apenas como um momento de reflexão sobre os diversos papéis que constituem este complexo enredo que envolve o desenvolvimento e crescimento das empresas e preservação do meio ambiente, o chamado e debatido desenvolvimento sustentável.
No Brasil, o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) lançou uma publicação "Negócios com Inclusão social - guia prático para empresas", com o intuito de mostrar que o setor empresarial com visão de futuro começa a fazer a sua parte, procurando sair de um ciclo vicioso, no qual uma maioria de empresas compete por uma minoria de consumidores em potencial, ignorando o mercado latente.
Os consumidores, por outro lado, estão exigindo um maior comprometimento das organizações, demandando investimentos que tragam retorno à sociedade e ao meio ambiente. As organizações que estão investindo em ações sociais e em formas concretas de informar com transparência sobre suas atividades e preocupações com os recursos ambientais. Estão também, cada vez mais, conquistando clientes fiéis.
Os profissionais de relações públicas, e de outras áreas da Comunicação Social, que prestam serviços na área ambiental, precisam conhecer melhor as políticas públicas para planejar e executar corretamente as estratégias de comunicação. A comunicação ambiental é um elo na geração de empregos, negócios e melhoria da qualidade de vida das populações. É necessário estabelecer um modelo de parceria entre governo e o setor privado que atenda os interesses de todos com uma visão global, ética e de longo prazo.
Fonte:http://comunicacao.feevale.br/agecom/index.php/Midia-Impressa-e-Eletronica-para-Relacoes-Publicas/o-profissional-de-relas-pcas-e-o-meio-ambiente.html
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Responsabilidade Socioambiental/ Estudo de caso do Instituto Mamíferos Aquáticos

Eu,Priscila Souza e Marcos da Cruz,formados pela Universidade Salvador(UNIFACS) e orientados pela doutora Clarissa Braga em 2008, fizemos nosso trabalho de conclusão de curso e com a colaboração de Carina Villas-Bôas o tema: Relações Públicas e Responsabilidade socioambiental/Estudo de caso do Instituto Mamíferos Aquáticos,cuja a proposta foi mostrar que existe um campo pouco explorado pelo profissional de Relações Públicas no contexto das organizações não-governamentais.Neste contexto, esse profissional pode atuar através de uma política de comunicação que amplie as ações da organização não- governamental-ONG e o espectro do público que se pretende atingir.
É neste cenário que propomos o nosso produto final (três esquetes sobre animais aquáticos e um blog), para mostrar as potencialidades do trabalho de Relações Públicas em uma organização não-governamental, que desenvolve ações na área sócio-ambiental.
Dessa forma, torna-se possível estabelecer uma comunicação efetiva, dirigida e segmentada com os diversos públicos. Como conseqüência, o trabalho permite visualizar a contribuição do profissional de Relações Públicas no estabelecimento de parcerias e nas mediações com os diferentes públicos, exercendo um papel fundamental para que as ações sejam conduzidas por um planejamento adequado e coerente.
O nosso projeto foi um grande aprendizado ao longo de 2008, pois vimos na prática o quanto o profissional de Relações Públicas deve saber ouvir, conseguir parceiros e entender as demandas na área de comunicação e, através do conhecimento, buscar estratégias para as necessidades da ONG.
Essa iniciativa de atender a demanda no IMA, fez com que ganhássemos confiança e credibilidade para a realização um planejamento de comunicação após o trabalho de conclusão de curso.
A Sede do Instituto Mamíferos Aquáticos: Avenida Pinto de Aguiar, Rua dos Radio Amadores, Nº 73, Pituaçu, Salvador.
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